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Terror dos brasileiros, Carlos Bianchi completa 71 anos de vida

Foto: Divulgação/Libertadores

O domingo é de muita festa para Carlos Bianchi. O lendário técnico argentino completa 71 anos de vida e ganhou uma homenagem da Conmebol por conquistar a Libertadores da América em quatro oportunidades.



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Aposentado, o ex-comandante cravou o seu nome na história do futebol sul-americano entre as décadas de 90 e 2000. O seu principal momento na carreira aconteceu com o Boca Juniors, quando faturou por três vezes a Liberta e impôs medo em todos os adversários do continente.

Ao longo da sua trajetória no futebol, Carlos Bianchi dirigiu apenas sete clubes. O início da jornada foi na França, onde trabalhou sem muito sucesso pelo Stade de Reims, Nice e PSG. Retornou a Argentina para fazer história no Vélez e voltou para a Europa, quando assumiu a Roma.

No final dos anos 90 aceitou o convite do Boca Juniors e teve anos de ouro com três Libertadores. Aceitou o convite do Atlético de Madrid em 2005, mas a estadia pela Espanha durou pouco devido a um problema familiar.
Antes de encerrar a carreira, ainda dirigiu o Boca Juniors na temporada 2013 e foi demitido um ano depois.

Mr. Libertadores

Em 1994, Carlos Bianchi fez história ao parar o São Paulo de Telê Santana e faturar o seu primeiro título da Libertadores no Morumbi. Seis anos depois, no mesmo estádio, mas contra o Palmeiras, o treinador tirou o Boca Juniors da seca continental e faturou o bicampeonato.

Em 2001, Carlos Bianchi deu sequência ao seu trabalho na La Bombonera e no talento de Riquelme e com as defesas de Óscar Córdoba, ele foi tricampeão ao vencer o Cruz Azul, nos pênaltis.

Dois anos depois, Carlos Bianchi e o Morumbi voltaram a se encontrar. Desta vez, o rival era o Santos de Robinho e Diego, que não foram páreo ao time Xeneize. No fim, Boca Juniors campeão e alegria para o treinador especialista em Libertas.

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