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Uruguaio fala sobre opção de deixar a Europa e atuar em clube amador

Miguel Britos passou a última década atuando no futebol europeu e, na última janela, resolveu encerrar trajetória e defender o Kennedy de Maldonado
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Enquanto atuar no futebol inglês mesmo em caráter de menores aparições é visto como algo de muito prestígio, para o experiente zagueiro Miguel Britos, ex-jogador do Watford, nem mesmo essa “pompa” fez com que ele deixasse de tomar uma decisão bastante incomum.

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Após deixar o clube inglês em julho de 2019 onde ainda estão outros nomes latinos como os brasileiros Gomes e João Pedro, os argentinos Ignacio Pussetto e Roberto Pereyra e o venezuelano Adalberto Peñaranda, Britos preferiu adotar o modesto Kennedy de Maldonado como sua nova casa.

Decisão essa, aliás, onde o aspecto emocional claramente pesou para o jogador atualmente com 34 anos de idade segundo ele mesmo relatou a rádio uruguaia Sport 890:

“No último ano de Watford não foi bom para mim pessoalmente. Joguei poucas partidas e tive uma sequência de lesões que me deixaram fora de combate. Depois, me coloquei à disposição, mas o técnico não me deu as chances que eu acreditava merecer. Não me senti bem por um tempo, por conta das lesões, não tinha vontade de treinar, coisa que nunca tinha me acontecido. Foi a gota d’água.”

“O Kennedy é uma equipe da Liga Mayor de Maldonado que subiu no ano passado. Jogam vários amigos de infância as quais fizemos a base no Deportivo Maldonado. O presidente é meu amigo e os pais de alguns amigos são dirigentes. É uma equipe de bairro relativamente jovem, de pouco mais de 50 anos e, pela primeira vez, subiu. Me convenceram para jogarmos todos juntos”, acrescentou.



Miguel chegou a mencionar, inclusive, que o Nacional o procurou ventilando a possibilidade do zagueiro com passagem na carreira dentro do Velho Continente também por Bologna e Napoli. Contudo, foi o próprio jogador que preferiu não dar sequência as tratativas:

“Nos últimos tempos, o (time) que mais me buscou foi o Nacional. Me chamou quando estava o Cacique Medina e depois Iván Alonso em junho. Inclusive, depois de seis meses parado, me chamou Gustavo Munúa em dezembro, mas não queria fazer-lhe perder tempo e esclareci que já tinha tomado a minha decisão.”

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